Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009


O rio desce manssinho
Vem do nascente
Mensageiro amoroso
É água corrente
Só o murmurio do rio
Desliza pausadamente
Parece trazer recado
Vai dize-lo doucemente
Vai dize-lo ao ouvido
Ao salgueiro ao amieiro
Vivendo na sua margem
É o que encontrar primeiro
A neve derreteu
Lá no cimo da serra
Trago-a aqui comigo
Vamos regar a terra
O cheiro das flores
O cheiro dos animais
Berra o gado nos corrais
Este perfumado cheiro
Que embriaga todos nós
Pressa o rio não leva
Para chegar á foz
Mansso sonolento
Parece não ser quem era
Porque traz de companhia
Nossa querida primavera


Antonio Assunção


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publicado por ala-goulinho-poemas às 09:00
Lindo poema parabens ao poeta
O CORVO DO AÇOR a 18 de Fevereiro de 2009 às 08:28

As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável.
(Madre Teresa de Calcutá)


obrigada por elas


VIVA
ALA poemas


abraço grande
Yelva a 20 de Fevereiro de 2009 às 13:39

Sr, Antonio,
Começa bem este seu blog menino, com poesias que, percebe-se, saem-lhe da alma. Parabéns e sucesso, sempre.

Dulce
Dulce a 20 de Fevereiro de 2009 às 19:28

Meu caro amigo Assunção
Ainda não tinha reparado nesta sua veia poeta
Aparecia me o ALA poemas mas nem eu adivinhava do que se tratava
Parabens meu amigo
Os seus poemas sensibiloizam qualquer um
Eu ja sou fã
Luantes a 31 de Março de 2009 às 14:25

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