Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009


Quando para ti olhei
Tu nem para mim sorriste
Olhaste para outro lado
Fingiste que não me viste
Eu queria que fosses minha
Fiz tudo para te agradar
Tu não olhavas para mim
Estavas-me sempre a gozar
Estavas na tua janela
O teu olhar era triste
Fiz um sinal e chamei
Fingiste que não me viste
O amor que eu te tenho
É amor surdo e mudo
Eu quero falar contigo
Mas não me dás um segundo
Eu gosto muito de ti
Mas não sei o que fazer
Para te agradar
Para um dia te ter
Espero ocasião
De trocarmos os olhares
Estarmos de frente a frente
Para comigo falares
Queres chamar-me atenção
Não sei se o queres fazer
Finges não olhar para mim
Mas estás a querer me ver
Eu não sei o que tu queres
És uma mulher mistério
Tens a cabeça no ar
Não levas nada a sério
Tu andas á minha volta
Mas o que tu queres já não dou
Eu desisto estou farto
Para mim tudo acabou
Teu penssamento voava
Como ave de rapina
Hoje tu vendes o corpo
Na rua em qualquer esquina


Antonio Assunção



publicado por ala-goulinho-poemas às 19:19
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