Segunda-feira, 08 de Junho de 2009


                À festa cá na aldeia
                Estalam foguetes no ar
                Á noite há arraial
                Vou ver a banda tocar
               

                Dançam velhos e novos
                Mas que grande diverção
                Hoje é dia de alegria
                Eu vou comprar um balão
               

                Já lá vem a procissão
                O senhor padre vem á frente
                Logo a seguir os santinhos
                O povo toudo contente
               

                Acabou a procissão
                O povo já dispersou
                Cada um para seu lado
                A festa continuou
               

                Bebe-se um copo de vinho
                E canecas de cerveja
                Come-se um leitão assado
                É festa nada subeija
               

                Agora tocam os bombos
                E tambem as concertinas
                Cantigas ao desafio
                Cada um com suas rimas
               

                Alguns já trocam as pernas
                Outros dizem palavões
                Outros olham para a carteira
                Só sobraram uns tostões.        
               

                Antonio Assunção



publicado por ala-goulinho-poemas às 10:23
Duma forma simples, assim se descrevem rimando, as festas das nossas aldeias Bjos
Lourdes a 9 de Junho de 2009 às 08:33

E chega a altura das festas e romarias ;) do calor, sardinhas e minis ;)
Abraços
Rotiv a 10 de Junho de 2009 às 17:49

muito bem postado este poema numa altura em que vamos começar a ver estas realidades nas nossas aldeias, pois começam as romarias e santos populares
um abraço o meu amigo Assunção
luantes a 13 de Junho de 2009 às 08:32

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